Indaiazinha é, sobretudo, uma cachaça tradicional, uma representante de uma escola de produção que hoje não está na vanguarda, mas que deve ser preservada a todo custo, em nome da variedade, esse grande patrimônio do nosso destilado.

Sua personalidade já está estampada no rótulo, sem imagens, com layout simples, letras verdes sobre fundo amarelo. A garrafa é a mais tradicional em uso no país: âmbar, de 600 ml, do tipo usado para cerveja. A tampa metálica, no entanto, foi trocada por uma rolha plástica que garante a sobrevivência da bebida depois de aberta por anos a fio.

Na taça, ela brilha, com o tom dourado do bálsamo, a madeira por excelência das cachaças de Salinas. As bolhas que se formam com o agitar se desfazem lentamente e as lágrimas escorrem pelo cristal com vagar, o que revela a viscosidade perfeita e o teor alcoólico elevado que tanto agrada aos devotos mais experimentados.

O aroma de álcool persiste após os oito anos em que a cachaça extraiu complexidade dos barris de bálsamo. E vem com notas cítricas e de aniz, espalhando deliciosamente um ar doce e fresco pelo ambiente. O sabor se distribui por todos os cantos boca. Estamos falando de potência, generosidade, mas sem excessos de adstringência. Os taninos se mostram mais suaves do que em outras cachaças da região e em bebidas com tanto tempo de envelhecimento. A persistência é longa, com o teor alcoólico cobrando um certo preço.

Indaizainha é produzida desde 1958 na Fazenda Sobradinho, pelos mesmos produtores da Beija-Flor. É uma das cachaças que fizeram e fazem a fama de Salinas. 

 

2014 - 39ª Colocada no I Ranking da Cúpula da Cachaça 

2016 - 32ª Colocada no II Ranking da Cúpula da Cachaça

Cachaça Indaiazinha 600ml

R$230,00
Atenção, última unidade!
Cachaça Indaiazinha 600ml R$230,00
Entregas para o CEP:

Meios de envio

  • Cachaçaria SP | Edifício Copan Av. Ipiranga, 200, Loja 15, República, São Paulo/SP Atendimento de Segunda à Sexta das 11H às 19H e aos Sábados das 12H as 17H Liberação imediata!

    Grátis

Indaiazinha é, sobretudo, uma cachaça tradicional, uma representante de uma escola de produção que hoje não está na vanguarda, mas que deve ser preservada a todo custo, em nome da variedade, esse grande patrimônio do nosso destilado.

Sua personalidade já está estampada no rótulo, sem imagens, com layout simples, letras verdes sobre fundo amarelo. A garrafa é a mais tradicional em uso no país: âmbar, de 600 ml, do tipo usado para cerveja. A tampa metálica, no entanto, foi trocada por uma rolha plástica que garante a sobrevivência da bebida depois de aberta por anos a fio.

Na taça, ela brilha, com o tom dourado do bálsamo, a madeira por excelência das cachaças de Salinas. As bolhas que se formam com o agitar se desfazem lentamente e as lágrimas escorrem pelo cristal com vagar, o que revela a viscosidade perfeita e o teor alcoólico elevado que tanto agrada aos devotos mais experimentados.

O aroma de álcool persiste após os oito anos em que a cachaça extraiu complexidade dos barris de bálsamo. E vem com notas cítricas e de aniz, espalhando deliciosamente um ar doce e fresco pelo ambiente. O sabor se distribui por todos os cantos boca. Estamos falando de potência, generosidade, mas sem excessos de adstringência. Os taninos se mostram mais suaves do que em outras cachaças da região e em bebidas com tanto tempo de envelhecimento. A persistência é longa, com o teor alcoólico cobrando um certo preço.

Indaizainha é produzida desde 1958 na Fazenda Sobradinho, pelos mesmos produtores da Beija-Flor. É uma das cachaças que fizeram e fazem a fama de Salinas. 

 

2014 - 39ª Colocada no I Ranking da Cúpula da Cachaça 

2016 - 32ª Colocada no II Ranking da Cúpula da Cachaça