A Rainha Paraibana começou a ser produzida em 1877 por Deocleciano Bezerra no Engenho Goiamunduba, em Bananeiras-PA, numa região de solo fértil bom para a plantação da cana-de-açúcar e de clima ameno propício para a fermentação da aguardente artesanal.

Desde sua inauguração, o engenho é exclusivo para a produção de destilado, enquanto outros produtores locais se dedicavam também ao preparo da rapadura. Com Adriano Bezerra na administração, a quarta geração da família continua a tradição de produzir utilizando leveduras selvagens que fermentam o mosto em dornas de madeira. A destilação é feita em alambiques de cobre de fogo indireto.

Na produção da aguardente Rainha não se usa nenhum tipo de pesticida, mostrando que a preocupação com o meio ambiente é uma constante. Apesar da fama da cachaça Rainha, a sua produção é considerada pequena: cerca de 100 mil litros por ano, sendo pura e mais forte do que as demais, fator que conquistou adeptos no Brasil e no exterior. Em 1987, o Jornal do Brasil escolheu a cachaça Rainha como a terceira melhor do Brasil”.

Um detalhe importante, segundo a legislação a Rainha não pode ser chamada de cachaça, mas de aguardente de cana, porque tem graduação acima de 48%, preferência dos consumidores locais desse clássico paraibano. Depois de destilada, a aguardente é armazenada em dornas de freijó.

Cachaça Rainha 600ml

R$44,00
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A Rainha Paraibana começou a ser produzida em 1877 por Deocleciano Bezerra no Engenho Goiamunduba, em Bananeiras-PA, numa região de solo fértil bom para a plantação da cana-de-açúcar e de clima ameno propício para a fermentação da aguardente artesanal.

Desde sua inauguração, o engenho é exclusivo para a produção de destilado, enquanto outros produtores locais se dedicavam também ao preparo da rapadura. Com Adriano Bezerra na administração, a quarta geração da família continua a tradição de produzir utilizando leveduras selvagens que fermentam o mosto em dornas de madeira. A destilação é feita em alambiques de cobre de fogo indireto.

Na produção da aguardente Rainha não se usa nenhum tipo de pesticida, mostrando que a preocupação com o meio ambiente é uma constante. Apesar da fama da cachaça Rainha, a sua produção é considerada pequena: cerca de 100 mil litros por ano, sendo pura e mais forte do que as demais, fator que conquistou adeptos no Brasil e no exterior. Em 1987, o Jornal do Brasil escolheu a cachaça Rainha como a terceira melhor do Brasil”.

Um detalhe importante, segundo a legislação a Rainha não pode ser chamada de cachaça, mas de aguardente de cana, porque tem graduação acima de 48%, preferência dos consumidores locais desse clássico paraibano. Depois de destilada, a aguardente é armazenada em dornas de freijó.